FPF apresenta estudo sobre exigências do Futebol de Praia

FPF

Primeiro artigo de investigação sobre a modalidade traz novos dados sobre as exigências físicas da modalidade.

No âmbito da continuação da aposta da FPF no futebol de praia, foi, esta terça-feira, divulgado o primeiro artigo de investigação sobre a modalidade, da autoria de Rui Marcelino, Júlio Costa e João Brito.

Numa altura em que o Futebol de Praia continua a evoluir e a aproximar-se cada vez mais de uma lógica de alto rendimento, o detalhe faz a diferença. Nesse caminho, o conhecimento científico assume um papel cada vez mais importante.

Este estudo recente liderado por Rui Marcelino traz novos dados sobre as exigências físicas da modalidade, apresentando uma análise mais ajustada à realidade do jogo. Ao contrário de outras variantes do futebol, o Futebol de Praia caracteriza-se por substituições constantes, o que torna essencial olhar para o desempenho dos jogadores com base no tempo efetivo em campo.

Com recurso a tecnologia GPS, foram analisados indicadores como a distância percorrida, as diferentes intensidades de corrida e o número de acelerações e desacelerações. 

Os resultados mostram que, mesmo com períodos de utilização mais curtos, a intensidade do jogo é elevada e mantém-se estável ao longo da partida.

Rui Marcelino, autor do estudo, destaca a importância do mesmo para o desenvolvimento da modalidade: "Acreditamos que este tipo de informação permitirá aos treinadores ajustar de forma mais fina os processos de treino, promovendo uma preparação mais específica e alinhada com as reais exigências da competição, e potenciando, assim, o desempenho dos jogadores ao mais alto nível."

Consulte o artigo aqui.


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